Saúde do idoso
Capacidade em pessoa idosa: quando a idade é o eixo da controvérsia
Demências, delirium, sequela de quedas, fragilidade e polifarmácia avaliadas com instrumentos validados.
Perícia em pessoa idosa exige leitura geriátrica. Quem atende idosos em ambulatório todos os dias reconhece com mais precisão o que é limitação real e o que é achado sem repercussão funcional. A avaliação usa instrumentos validados de rastreio cognitivo e funcional.
O que é avaliado
- Rastreio cognitivo estruturado, com correção por escolaridade
- Funcionalidade: atividades básicas e instrumentais da vida diária
- Risco de quedas e sequelas de queda prévia
- Fragilidade, estado nutricional e polifarmácia
- Delirium sobreposto, que engana a perícia se não for procurado
Perguntas frequentes
O que é delirium e por que ele importa na perícia?
É um quadro confusional agudo e flutuante, frequentemente reversível. Confundi-lo com demência produz conclusão errada sobre capacidade permanente.
Idade avançada, por si só, limita capacidade?
Não. A avaliação é funcional e cognitiva, com instrumentos validados, e não presumida pela idade.
Outras dúvidas sobre método, prazos e impugnações estão reunidas nas perguntas frequentes sobre a metodologia do laudo.
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